Um jornal de praça sobre fio e servidor
O Nodo conta a infraestrutura digital do Brasil como quem conta o bairro: prédio, rua, esquina, gente.
O Nodo nasceu em 2023 numa mesa de bar em Curitiba, depois de uma queda de internet de seis horas que ninguém conseguiu explicar direito. A gente notou que a imprensa cobria a rede quando ela caía — e quase nunca quando ela era construída. Decidimos cobrir o dia a dia da infraestrutura digital brasileira como jornal de bairro cobre obra: com atenção, com nome de rua, com visita ao local.
O nome
Nodo é ponto de rede. É a esquina onde os fios se encontram. Cobrimos data center como prédio, cabo como rua, ponto de presença como praça. Não somos publicação de programação nem de Node.js; somos publicação de infraestrutura. Se você chegou aqui procurando runtime de JavaScript, avisamos: você está no lugar errado — mas pode ficar e conhecer a infraestrutura do país.
Quem faz
Thiago Ribeiro é editor-chefe. Trabalhou em operadora de telecom por doze anos antes de virar repórter. Conhece inside-out de sala técnica e gosta de mostrar que cabos e servidores têm geografia — e gente.
Marina Costa é repórter. Cobre editais públicos, licitação de rede municipal e Wi-Fi em praça. Já denunciou duas licitações mal especificadas que acabaram refeitas após nossa matéria.
O que cobrimos
Cobrimos três editorias. Infraestrutura: data center, backbone, energia, fibra. Redes: o que roda no fio, edge, roteamento, troca de tráfego. Praça: a tecnologia que chega no cidadão — Wi-Fi público, licitação municipal, inclusão de rede.
Como trabalhamos
Antes de publicar, confirmamos cada dado técnico com ao menos duas fontes: o responsável pela infraestrutura e um independente que pode atestar. Visitamos o local sempre que dá. O método completo está em política editorial.
Para sugerir pauta, escreva para [email protected].